Notícia
Saúde destaca prevenção contra leishmaniose em cães e pessoas
Publicado em 11 de Agosto de 2026 15:54
A Prefeitura de Botucatu reforça, durante a Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose, orientações sobre prevenção da doença. A transmissão ocorre pela picada do mosquito-palha infectado, e não diretamente entre cães ou entre animais e pessoas.
Cães infectados podem apresentar emagrecimento, feridas na pele, queda de pelos, crescimento das unhas, cansaço, perda de apetite e alterações nos olhos.
Porém, alguns animais não apresentam sinais visíveis. A Prefeitura orienta que alterações na saúde dos cães sejam avaliadas por médico-veterinário.
O mosquito-palha encontra condições favoráveis em locais úmidos, sombreados e com matéria orgânica em decomposição. Por isso, a recomendação é retirar folhas, frutos e restos de vegetação, manter quintais limpos e higienizar os espaços dos animais.
Também é indicado consultar um veterinário sobre coleiras e produtos repelentes adequados para cães. A Secretaria Municipal de Saúde mantém ações de vigilância e monitoramento da leishmaniose visceral, envolvendo saúde humana, animal e ambiental.
Como a leishmaniose é transmitida?
A leishmaniose é causada por parasitas e transmitida pela picada do mosquito-palha infectado.
O ciclo pode ser explicado de maneira simples: ao picar um animal infectado, o inseto pode adquirir o parasita. Posteriormente, ao picar outro animal ou uma pessoa, pode transmitir a doença.
Como saber se um cão pode estar infectado?
Alguns cães infectados podem apresentar sinais que merecem atenção, como:
• emagrecimento;
• feridas na pele que demoram para cicatrizar;
• queda de pelos;
• crescimento exagerado das unhas;
• cansaço;
• perda de apetite;
• aumento dos gânglios;
• alterações nos olhos.
Mas atenção: nem todo cão infectado apresenta sinais visíveis.



