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Notícia

Cetesb analisa pedido de renovação do gasoduto entre Laranjal e Botucatu

Publicado em 18 de Fevereiro de 2026 05:42

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) oficializou, segundo publicação no dia 6 de Janeiro, o recebimento de pedidos de licenciamento ambiental que impactam na infraestrutura de diversas regiões de São Paulo, inclusive Botucatu, no pedido de renovação gasoduto.

A Gás Natural São Paulo Sul S.A. (também conhecida como Naturgy) solicitou a renovação de sua Licença Ambiental para a quarta fase do sistema de distribuição que conecta Laranjal Paulista a Botucatu. 

O traçado do gasoduto percorre ainda os municípios de Pereiras, Conchas, Bofete e Anhembi, consolidando a rede de infraestrutura necessária para o desenvolvimento industrial e residencial dessa importante calha do interior paulista.

Para a economia de Botucatu, a manutenção dessa licença garante a continuidade do abastecimento de gás natural para as indústrias como a Dexco, Caio, Embraer, entre outras que utilizam gás em larga escala e para os postos de combustível que oferecem GNV. Se a licença não for renovada, a operação pode ser suspensa por irregularidade ambiental.

A área de concessão da Naturgy/Gás Natural São Paulo Sul, em São Paulo, é vasta (abrange 93 municípios), mas a rede canalizada está concentrada nos polos industriais. Além do eixo Laranjal-Botucatu, a empresa opera redes em: Sorocaba e Votorantim (o maior polo consumidor), Tatuí e Itapetininga, Itu, Salto e Porto Feliz, e Alumínio e Mairinque.

A Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) protocolou o pedido de renovação da Licença de Operação para seu projeto estruturante de Gás Natural Comprimido (GNC) em Campos do Jordão. A unidade é peça-chave para o abastecimento da estância climática, garantindo que o fornecimento de gás acompanhe a demanda da cidade sem interrupções.

A publicação desses pedidos pela Cetesb cumpre as diretrizes das resoluções Conama e SIMA, assegurando a transparência necessária aos processos que envolvem potencial impacto ambiental. 

Com a abertura dos processos, a diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental da companhia inicia agora a fase técnica de análise dos documentos e condicionantes, etapa obrigatória para que as empresas obtenham o aval definitivo para iniciar novas obras ou manter as operações já existentes.


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